O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Amorim (União Brasil), determinou que a sessão extraordinária desta segunda-feira será aberta ao público. O colegiado composto por sete deputados vai analisar se encaminha ao plenário, ainda no mesmo dia, um parecer pela manutenção ou não da prisão do presidente afastado da Casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil), preso na operação da Polícia Federal da quarta-feira passada.
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Rodrigo Amorim (União Brasil), determinou que a sessão extraordinária desta segunda-feira será aberta ao público. O colegiado composto por sete deputados vai analisar se encaminha ao plenário, ainda no mesmo dia, um parecer pela manutenção ou não da prisão do presidente afastado da Casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil), preso na operação da Polícia Federal da quarta-feira passada.
A sessão será realizada na sala 1.809. Ele acrescentou que jornalistas terão acesso irrestrito à sala.
— Todos os jornalistas serão bem-recebidos. Poderão ficar na sala e captar e transmitir as imagens que desejarem.
Nos bastidores da Casa, já é dada como certa a soltura de Bacellar. A decisão de deliberarem apenas sobre a prisão foi uma saída encontrada pelos parlamentares que temiam possíveis sanções do STF. Avaliação nos bastidores é que posição contra prisão do parlamentar poderia ser interpretada como alinhamento a interesses de organizações criminosas.
Quem são os sete deputados que decidirão o futuro de Bacellar:
- Rodrigo Amorim (União Brasil) — Presidente da CCJ, aliado de primeira hora e amigo de Bacellar. Mantém relação direta com o presidente afastado na condução política da Casa.
- Fred Pacheco (PMN) — Vice-presidente da comissão. Tem boa relação com Bacellar e seus aliados, mas transita com facilidade entre parlamentares de esquerda, com quem mantém diálogo frequente.
- Chico Machado (SDD) — Muito próximo de Bacellar, construiu com ele uma relação sólida de confiança. Chegou a ser cogitado como possível substituto em caso de eleição interna.
- Luiz Paulo (PSD) — Líder do PSD, partido do prefeito Eduardo Paes. A bancada decidiu, em reunião na quinta-feira, orientar voto pela manutenção da prisão.
- Alexandre Knoploch (PL) — Amigo pessoal de Bacellar e integrante do núcleo político mais próximo do presidente afastado. Já expressou indignação com a prisão nos bastidores.
- Elika Takimoto (PT) — Representante da oposição. O PT orientou voto pela manutenção da prisão, alinhado ao posicionamento de outros partidos de esquerda.
- Vinícius Cozzolino (União Brasil) — Do mesmo partido de Bacellar. Mantém boa relação com o presidente afastado, embora não faça parte de seu núcleo mais íntimo.
Fonte: Extra
