Segundo a Polícia Civil, a Elisangela utilizava aplicativos de relacionamento para selecionar as vítimas, priorizando pessoas em situação de vulnerabilidade, especificamente idosos. Após marcar os encontros, ela dopava os homens através de drogas que eram colocadas nas bebidas para roubar cartões, dinheiro e celulares.
Ainda de acordo com a corporação, de 39 passagens criminais de “Zanja” pelo menos 12 roubos foram cometidos nos últimos 12 meses, período em que ela era considerada fugitiva. Ela havia recebido o benefício da saída temporária em março de 2025 e não retornou ao presídio. Durante a prisão foram apreendidos medicamentos usados para dopar as vítimas e telefones celulares.
