A primeira-ministra Sanae Takaichi informou que o governo japonês criou uma força-tarefa para monitorar a situação e solicitou que os moradores das áreas afetadas evacuem para locais seguros.
O terremoto foi sentido em prédios da capital Tóquio, que fica a centenas de quilômetros do epicentro. Na província de Aomori, no norte da ilha de Honshu, os serviços dos trens-bala foram interrompidos devido ao tremor, conforme a agência Kyodo.
A intensidade do tremor atingiu o nível 5 superior na escala sísmica japonesa, que pode dificultar a locomoção e causar danos em construções sem reforço estrutural.
As empresas de energia Hokkaido Electric Power Co e Tohoku Electric Power Co informaram que acompanham a situação das usinas nucleares nas regiões. A Tohoku Electric Power Co destacou que verifica os impactos, especialmente na usina nuclear de Onagawa.
Até o momento, não há confirmação de danos nas instalações nem informações oficiais sobre vítimas ou prejuízos. As autoridades continuam monitorando os efeitos do terremoto e do alerta de tsunami.
A Agência Meteorológica do Japão mantém a vigilância e atualiza as informações conforme a evolução do quadro. A força-tarefa do governo segue em operação para coordenar a resposta na região.
Este terremoto é parte dos eventos sísmicos frequentes no Japão, localizado no Anel de Fogo do Pacífico, conhecido por sua atividade tectônica.
A população local permanece sob orientação das autoridades para seguir as medidas de segurança recomendadas.
