“Ele achou que aquela rua ia ser mais vazia, mas deram de frente com uma torcida organizada do Flamengo, que foram com pedaços de pau, pedra e aconteceu isso, aquela covardia que colocaram em rede social. E alguém identificou que era ele, entrou em contato com a minha mãe, eu fui para o hospital, reconheci ele e a informação que eu tive foi que o estado dele era grave, mas estava estabilizado”, afirmou.
Família acusa hospital de negligência
A pedagoga alegou, ainda, que na quarta-feira (6) foi surpreendida com a notícia de uma piora repentina após notar problemas no monitor que que acompanhava os sinais vitais do irmão.
“De segunda para terça, a médica falou que tinha esperança da recuperação dele. Mas, quando eu cheguei na quarta, achei que ele estava estranho, tendo espasmos. Perguntei para o médico o que estava acontecendo e me falaram que ele teve uma piora. Eu perguntei o que tinha acontecido e ele falou que não sabia, que ia precisar fazer mais exames. Quando eu olhei pro monitor, vi a luz do oxigênio piscando. Falei com o médico, e ele disse que era com a fisioterapeuta. Eu pedi pra chamar, porque, se estava piscando vermelho, era porque alguma coisa estava errada”, contou.
“Eu pedi para chamar um chefe de equipe e ele viu que tinha alguma coisa errada e quando levantaram e puxaram o lençol dele, viram o tubo de oxigênio solto. Teve um momento que alguém pediu para encaixar e falaram que não estava conseguindo, e uma outra pessoa mandou olhar no manual, sendo que ele estava entubado, ele dependia do oxigênio, e quanto tempo estava assim eu não sei”, lamentou.
