O assassinato da grávida Letícia Peixoto Fonseca e seu bebê, na última quinta-feira (2), que chocou os moradores de Campos, pode ter desdobramentos surpreendentes nas próximas horas. As declarações feitas pela delegada Natália Patrão, titular da 134ª DP e responsável pela apuração do caso, durante coletiva de imprensa no início da noite desta segunda-feira (06/03), deixam claro que foi um crime premeditado e que há mais de um suspeito de ser contratante dos executores.

A delegada ainda cita a esposa do professor Diogo Viola de Nadai, de 40 anos, com quem Letycia teve um relacionamento amoroso. A esposa negou tanto ter conhecimento do relacionamento do marido com Letycia quanto ter qualquer ligação com o crime.

O professor também esteve na 134ª DP nesta segunda-feira para prestar novo depoimento e se negou a fazer exame de DNA para confirmar a paternidade do filho da vítima. Diogo também negou ter envolvimento no crime e seus advogados de defesa emitiram uma nota.

A delegada foi enfática ao responder uma indagação sobre o caso durante a coletiva: “Foi um crime premeditado”. Ela também afirma que Letycia não tinha conhecimento da esposa de Diogo.

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